

“Ainda estou dentro do prazo de validade !” - Gritam desesperadas – “Olhem para mim!”
Este é o grito que muitas mulheres nos dias que correm querem dar. Seria o epitome da sua libertação, mas em contrapartida torna-se o algoz da sua felicidade.
O “ Sexo e cidade” sempre foi uma série de eleição para a maioria das mulheres. As roupas, os sapatos, o estilo de vida, as amigas tudo parece um sonho, uma vida de eterno glamour sem preocupações. Mas a realidade é cruelmente diferente.
No fundo a maioria das mulheres usam esta série como motivação para lutar, pois precisam de algo a que se agarrar para não caírem no desespero da solidão. Observando a situação de perto o que vimos são solteironas empedernidas, sozinhas e frustradas.
Ao caminharmos pelas ruas passamos por elas a toda a hora. Mulheres solteiras com idades superiores a 27 anos que na sua maioria se veste de forma demasiado vistosa e nada adequada ao seu tipo de corpo e idade.
Famintas por atenção, seja de quem for, produzem-se em demasia, muitas vezes caindo no erro de parecerem autenticas árvores de natal, coloridas e sobre-acessorizadas. E tudo porquê?
A maioria culpa a sociedade que estereotipou uma mulher que deve casar no máximo dos máximos aos 25 anos, ter filhos aos 26 e ser feliz o resto da vida com um mesmo homem – o homem da sua vida. Esta imagem estereotipada é criticada e escarnecida como sendo retrograda e desadequada aos tempos que correm, no entanto , é aquilo que mais desejam e aquilo que mais as frustra por não conseguirem atingir.
Tentam então disfarçara sua inadaptação seja de que forma for. A mais óbvia e fácil de conseguir, é claro “disfarçar” a idade . Correm para lojas típicas de adolescentes, compram acessórios , pintam o cabelo não tendo em conta as regras da naturalidade ou dos tons de pele, pintam-se ,fumam pela aparência de poder que isso lhes suscita e saem á noite todos os dias tudo isto na vã esperança de se sentirem desejadas e amadas , mesmo que seja por algumas horas.
Quando o sol nasce a realidade é bem diferente, a roupa está no chão, o cabelo desalinhado, a maquilhagem borrada e já é tarde para ir trabalhar. A figura reflectida no espelho é a prova da sua inaptidão e de mais uma noite em que os planos de futuro não ficaram mais próximos.
Têm muitos “amigos”, procuram a protecção e o conforto da família, mas no fundo estão sempre sozinhas.
Procuram relações na internet e na noite, iludindo-se com as conquistas fugazes. No fim ficam ainda mais amargas, porque estas conquistas de uma noite se revelam ser pessoas pouco dignas, comprometidas ou com características físicas e de personalidade muito diferentes á luz do sol.
Planeiam vinganças contra aqueles que as rejeitaram, criticam aqueles que lutaram e atingiram algo que elas não conseguem e estouram mais dinheiro em futilidades para acalmar a sua frustração e choram.
No dia a seguir vão recomeçar tudo de novo. Vão mesmo?! Para se começar algo novo, uma vida nova temos primeiro de limpar tudo o que está mal. Reflectir nos nossos erros e avançar para a sua correcção.
Devemos apostar em nós, mas apostar no nosso interior e não no exterior. E acima de tudo devemos deixar de responsabilizar terceiros pelos nossos problemas e frustrações.
Este é o grito que muitas mulheres nos dias que correm querem dar. Seria o epitome da sua libertação, mas em contrapartida torna-se o algoz da sua felicidade.
O “ Sexo e cidade” sempre foi uma série de eleição para a maioria das mulheres. As roupas, os sapatos, o estilo de vida, as amigas tudo parece um sonho, uma vida de eterno glamour sem preocupações. Mas a realidade é cruelmente diferente.
No fundo a maioria das mulheres usam esta série como motivação para lutar, pois precisam de algo a que se agarrar para não caírem no desespero da solidão. Observando a situação de perto o que vimos são solteironas empedernidas, sozinhas e frustradas.
Ao caminharmos pelas ruas passamos por elas a toda a hora. Mulheres solteiras com idades superiores a 27 anos que na sua maioria se veste de forma demasiado vistosa e nada adequada ao seu tipo de corpo e idade.
Famintas por atenção, seja de quem for, produzem-se em demasia, muitas vezes caindo no erro de parecerem autenticas árvores de natal, coloridas e sobre-acessorizadas. E tudo porquê?
A maioria culpa a sociedade que estereotipou uma mulher que deve casar no máximo dos máximos aos 25 anos, ter filhos aos 26 e ser feliz o resto da vida com um mesmo homem – o homem da sua vida. Esta imagem estereotipada é criticada e escarnecida como sendo retrograda e desadequada aos tempos que correm, no entanto , é aquilo que mais desejam e aquilo que mais as frustra por não conseguirem atingir.
Tentam então disfarçara sua inadaptação seja de que forma for. A mais óbvia e fácil de conseguir, é claro “disfarçar” a idade . Correm para lojas típicas de adolescentes, compram acessórios , pintam o cabelo não tendo em conta as regras da naturalidade ou dos tons de pele, pintam-se ,fumam pela aparência de poder que isso lhes suscita e saem á noite todos os dias tudo isto na vã esperança de se sentirem desejadas e amadas , mesmo que seja por algumas horas.
Quando o sol nasce a realidade é bem diferente, a roupa está no chão, o cabelo desalinhado, a maquilhagem borrada e já é tarde para ir trabalhar. A figura reflectida no espelho é a prova da sua inaptidão e de mais uma noite em que os planos de futuro não ficaram mais próximos.
Têm muitos “amigos”, procuram a protecção e o conforto da família, mas no fundo estão sempre sozinhas.
Procuram relações na internet e na noite, iludindo-se com as conquistas fugazes. No fim ficam ainda mais amargas, porque estas conquistas de uma noite se revelam ser pessoas pouco dignas, comprometidas ou com características físicas e de personalidade muito diferentes á luz do sol.
Planeiam vinganças contra aqueles que as rejeitaram, criticam aqueles que lutaram e atingiram algo que elas não conseguem e estouram mais dinheiro em futilidades para acalmar a sua frustração e choram.
No dia a seguir vão recomeçar tudo de novo. Vão mesmo?! Para se começar algo novo, uma vida nova temos primeiro de limpar tudo o que está mal. Reflectir nos nossos erros e avançar para a sua correcção.
Devemos apostar em nós, mas apostar no nosso interior e não no exterior. E acima de tudo devemos deixar de responsabilizar terceiros pelos nossos problemas e frustrações.
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