
(...) 06.04.2009 - 18h22 Agências
A justiça norte-americana rejeitou hoje o pedido do jornalista negro Mumia Abu Jamal para um novo julgamento pelo assassínio de um polícia branco de Filadélfia, em 1981. O Supremo Tribunal dos Estados Unidos considerou inválidas as alegações de que o Ministério Público tenha excluído de forma deliberada negros do júri do julgamento que acabou com a condenação à morte de Abu Jamal.Mumia Abu-Jamal, que já foi repórter de rádio, condutor de táxi e ex-Pantera Negra (organização radical de negros americanos), está no corredor da morte há 27 anos. Este foi o seu terceiro recurso a chegar ao Supremo e a ser rejeitado. (...)O tribunal de recurso em Filadélfia manteve a condenação de Jamal mas declarou a sentença de morte inválida. Falta agora o Supremo decidir sobre a pena de morte – depois ou Abu Jamal sairá finalmente do corredor da morte ou verá uma nova data de execução ser marcada.Abu Jamal foi condenado pelo assassínio Daniel Faulkner numa operação de controlo de trânsito na baixa de Filadélfia, em Dezembro de 1981. (...)Desde a condenação, em 1982, que os activistas norte-americanos e europeus contra a pena de morte fizeram dele um ícone da sua luta e apoiam as suas reivindicações de que é vítima de um sistema de justiça racista. (...)
A justiça norte-americana rejeitou hoje o pedido do jornalista negro Mumia Abu Jamal para um novo julgamento pelo assassínio de um polícia branco de Filadélfia, em 1981. O Supremo Tribunal dos Estados Unidos considerou inválidas as alegações de que o Ministério Público tenha excluído de forma deliberada negros do júri do julgamento que acabou com a condenação à morte de Abu Jamal.Mumia Abu-Jamal, que já foi repórter de rádio, condutor de táxi e ex-Pantera Negra (organização radical de negros americanos), está no corredor da morte há 27 anos. Este foi o seu terceiro recurso a chegar ao Supremo e a ser rejeitado. (...)O tribunal de recurso em Filadélfia manteve a condenação de Jamal mas declarou a sentença de morte inválida. Falta agora o Supremo decidir sobre a pena de morte – depois ou Abu Jamal sairá finalmente do corredor da morte ou verá uma nova data de execução ser marcada.Abu Jamal foi condenado pelo assassínio Daniel Faulkner numa operação de controlo de trânsito na baixa de Filadélfia, em Dezembro de 1981. (...)Desde a condenação, em 1982, que os activistas norte-americanos e europeus contra a pena de morte fizeram dele um ícone da sua luta e apoiam as suas reivindicações de que é vítima de um sistema de justiça racista. (...)
Palavras para quê?
Ao que parece a “terra da oportunidade”, “ a terra do livre e a casa do valente ( the land of the free and the home of the brave), não é assim tão livre e o valente também não é o que parece.
O supremo tribunal não quer contrariar uma decisão já tomada por respeito ou por medo de represálias? Terá medo de enfrentar as consequências de libertar um homem incorrectamente enjaulado por 27 anos. Terão receio das represálias dos negros ou dos brancos? Ou pura e simplesmente não serão humildes ou maduros o suficiente para assumir que cometeram um erro?
Para o Presidente Obama a situação também será complicada de manobrar. Se este tomar o partido do tribunal está a colaborar com a Injustiça, se apoiar a vitima estará a ser tendencioso e a apoiar a raça negra, a sua raça.
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