No dia em que Teixeira dos Santos - ministro de Estado e das Finanças – emitiu declarações relativas aos efeitos da elevada taxa de desemprego ( cujos números não param de crescer), pesquisando nos sites de emprego verificamos a existência de vários anúncios que procuram candidatos com idade até aos 27 / 29 anos
Como é ,então, suposto combater as "tensões e problemas sociais graves em resultado do crescimento do desemprego”, quando a maioria dos desempregados tem idades superiores a 40 anos?
Pretendem as empresas contratar jovens em busca de primeiro emprego, sem experiência e sem “responsabilidades” em detrimento de pessoas um pouco mais velhas, mas que garantiriam uma qualidade e continuidade na sua prestação apenas adquirida pelos anos de prática?
E será o português capaz de se adaptar á nova realidade e enveredar por uma área de trabalho distinta daquela que ocupava, quem sabe enveredar pelo mundo dos callcenter’s, por exemplo ?
Outro problema grave é a falta de qualificação deste elevado número de desempregados. Apesar de se fazerem imensas criticas ás medidas governamentais como o programa das”Novas Oportunidades”, a realidade é que estes pretendem colocar a nossa população á altura da concorrência tanto nacional como europeia cujo nível de qualificações é bem superior.
A realidade é que neste momento, mais do que nunca temos de nos adaptar ás oportunidades que nos são oferecidas e acima de tudo mesmo que não estejamos satisfeitos com aquilo que temos em mãos, temos de nos esforçar pela sua manutenção enquanto, por outro lado, podemos apostar na nossa valorização pessoal e profissional.
Nunca antes se viu uma tamanha oferta de cursos profissionais e de consolidação de conhecimentos. A nossa valorização está bem ao nosso alcance só temos que a agarrar.
Como é ,então, suposto combater as "tensões e problemas sociais graves em resultado do crescimento do desemprego”, quando a maioria dos desempregados tem idades superiores a 40 anos?
Pretendem as empresas contratar jovens em busca de primeiro emprego, sem experiência e sem “responsabilidades” em detrimento de pessoas um pouco mais velhas, mas que garantiriam uma qualidade e continuidade na sua prestação apenas adquirida pelos anos de prática?
E será o português capaz de se adaptar á nova realidade e enveredar por uma área de trabalho distinta daquela que ocupava, quem sabe enveredar pelo mundo dos callcenter’s, por exemplo ?
Outro problema grave é a falta de qualificação deste elevado número de desempregados. Apesar de se fazerem imensas criticas ás medidas governamentais como o programa das”Novas Oportunidades”, a realidade é que estes pretendem colocar a nossa população á altura da concorrência tanto nacional como europeia cujo nível de qualificações é bem superior.
A realidade é que neste momento, mais do que nunca temos de nos adaptar ás oportunidades que nos são oferecidas e acima de tudo mesmo que não estejamos satisfeitos com aquilo que temos em mãos, temos de nos esforçar pela sua manutenção enquanto, por outro lado, podemos apostar na nossa valorização pessoal e profissional.
Nunca antes se viu uma tamanha oferta de cursos profissionais e de consolidação de conhecimentos. A nossa valorização está bem ao nosso alcance só temos que a agarrar.
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