Os programas que mais imperam na TV nacional, são sobre as vidas ditas fabulosas das auto-proclamadas “tias”, no entanto se olharmos com atenção conseguimos ver muitas diferenças nas mesmas.
Há uns anos saiu em Portugal um livro sobre a tipologia de tias existente no nosso pais, mas esta obra peca pela falta de diferenciação entre a tia de Lisboa e a do norte do pais.
A tia de Lisboa, ou melhor, de Cascais é absolutamente fútil. A maior parte não tem onde cair morta. Tem um nome de família já bem gasto e arrastado na lama, mas estão completamente falidas. Sobrevivem graças as revistas cor de rosa, bares da moda que as contratam para aparecerem plásticas oferecidas também como forma de publicidade gratuita. Tem filhos/as que seguem o mesmo modo de vida, mas no fundo não valem nem o chão que pisam. São totais e absolutos parasitas da sociedade.
Não trabalham. Não contribuem em nada para a sociedade ( porque não basta dar a cara por algo importante, há que trabalhar por esse objectivo também). São meros cabides de roupas que nunca ninguém vai usar ( nem mesmo eles as usariam senão fossem ofertas de lojas e designers que buscam novamente a publicidade grátis) e dizem disparates que mais tarde serão gozados por outros espécimes e usados para vender mais revistas cor de rosa com citações decadentes e absolutamente absurdas e pouco inteligentes destas criaturas.
Será que o prazer de aparecer compensa a figura triste que fazem ??? Porque se assim for, estas criaturas são ainda mais burras do que aquilo que aparentam, pois bastava seguir o exemplo vindo do norte do pais.
Dizem várias teorias politicas que as zonas norte dos pais sustentam as zonas sul e até neste circo de aparências esta situação se reflecte.
Cada vez que faço zapping e paro em canais nacionais dedicados ao norte eis que vejo a minha frente tias a sério. A tia do norte tem nome, tem muito dinheiro e tem postura social.
Esta espécie não precisa de gritar para se fazer ouvir, não diz barbaridades aos jornalistas. São pessoas de fundo. Cultas, inteligentes. Contribuem para a sociedade e acima de tudo trabalham. Este tipo de criatura pode ter negócios de família, mas sabe como geri los e torná-los ainda mais ricos e prósperos. O que fazem pela caridade é de coração não apenas para aparecer o nome nos jornais.
Os filhos são educados, tem pose e aparência daquilo que são.... Ricos (e não pseudo-ricos ou novos ricos).
Não vivem de aparências e dizem as coisas na cara de quem as merece ouvir. E acima de tudo não escondem que usam os seus conhecimentos para se beneficiarem e criarem novas oportunidades de negócio.
Enfim, a elite, a verdadeira nata da sociedade reside no norte do pais e para aí sim deveriam dirigir-se os olhares e a atenção da opinião pública para aprender algo de importância. Mas possivelmente também aqui as tias do norte se contêm um pouco...afinal não é aparecer que conta...também aqui as pessoas são importantes e ponto, não necessitam esfregar o seu estatuto na cara de ninguém.
Aqui se define o estatuto....Através da classe.
"I'm rich, but I don't have to flaunt it"".
Babe Paley ( editora da vogue norte Americana na déc. 40 e 50)
Há uns anos saiu em Portugal um livro sobre a tipologia de tias existente no nosso pais, mas esta obra peca pela falta de diferenciação entre a tia de Lisboa e a do norte do pais.
A tia de Lisboa, ou melhor, de Cascais é absolutamente fútil. A maior parte não tem onde cair morta. Tem um nome de família já bem gasto e arrastado na lama, mas estão completamente falidas. Sobrevivem graças as revistas cor de rosa, bares da moda que as contratam para aparecerem plásticas oferecidas também como forma de publicidade gratuita. Tem filhos/as que seguem o mesmo modo de vida, mas no fundo não valem nem o chão que pisam. São totais e absolutos parasitas da sociedade.
Não trabalham. Não contribuem em nada para a sociedade ( porque não basta dar a cara por algo importante, há que trabalhar por esse objectivo também). São meros cabides de roupas que nunca ninguém vai usar ( nem mesmo eles as usariam senão fossem ofertas de lojas e designers que buscam novamente a publicidade grátis) e dizem disparates que mais tarde serão gozados por outros espécimes e usados para vender mais revistas cor de rosa com citações decadentes e absolutamente absurdas e pouco inteligentes destas criaturas.
Será que o prazer de aparecer compensa a figura triste que fazem ??? Porque se assim for, estas criaturas são ainda mais burras do que aquilo que aparentam, pois bastava seguir o exemplo vindo do norte do pais.
Dizem várias teorias politicas que as zonas norte dos pais sustentam as zonas sul e até neste circo de aparências esta situação se reflecte.
Cada vez que faço zapping e paro em canais nacionais dedicados ao norte eis que vejo a minha frente tias a sério. A tia do norte tem nome, tem muito dinheiro e tem postura social.
Esta espécie não precisa de gritar para se fazer ouvir, não diz barbaridades aos jornalistas. São pessoas de fundo. Cultas, inteligentes. Contribuem para a sociedade e acima de tudo trabalham. Este tipo de criatura pode ter negócios de família, mas sabe como geri los e torná-los ainda mais ricos e prósperos. O que fazem pela caridade é de coração não apenas para aparecer o nome nos jornais.
Os filhos são educados, tem pose e aparência daquilo que são.... Ricos (e não pseudo-ricos ou novos ricos).
Não vivem de aparências e dizem as coisas na cara de quem as merece ouvir. E acima de tudo não escondem que usam os seus conhecimentos para se beneficiarem e criarem novas oportunidades de negócio.
Enfim, a elite, a verdadeira nata da sociedade reside no norte do pais e para aí sim deveriam dirigir-se os olhares e a atenção da opinião pública para aprender algo de importância. Mas possivelmente também aqui as tias do norte se contêm um pouco...afinal não é aparecer que conta...também aqui as pessoas são importantes e ponto, não necessitam esfregar o seu estatuto na cara de ninguém.
Aqui se define o estatuto....Através da classe.
"I'm rich, but I don't have to flaunt it"".
Babe Paley ( editora da vogue norte Americana na déc. 40 e 50)
Sem comentários:
Enviar um comentário