Quando se acabam os argumentos entra em acção a falta de compostura. O quer dizer da agressão ministra da Educação?
Eu digo que é verdadeiramente lamentável, sejam qual forem as ideologias, as cores politicas ou as nossa opiniões pessoais instigar ou provocar uma agressão nunca é a melhor solução.
“Ah porque foram os alunos” dizem uns…sim e quem os instigou? Quem não os controlou? Quem manipula as suas opiniões? Já ouve alturas em que ouve revoltas de alunos á porta do ministério da educação mas não se assistiu a tamanha baixaria como a da passada 3ª feira.
Eu digo e afirmo, não tenho pena nenhuma dos professores. Ainda ontem assisti a comentários de um senhor que se diz presidente de uma qualquer organização de professores que dizia ser muito difícil ( por exemplo) para um professor de interior ver –se forçado a aprender a trabalhar com o Magalhães. Forçado??? Como forçado?? Todos os meus educadores sempre me disseram que esta função de professor nunca terminava, era feita de muita pesquisa, cursos e conferencias de actualização era algo que nunca estava concluído, mas dai advinha o prazer de se ser professor e moldar as jovens mentes que por eles passavam.
Onde estão agora esses educadores? Esses fantásticos professores que moldaram as gerações até hoje; pelos quais havia respeito e orgulho?
Certamente não estão nestas manifestações?
Até porque estariam a ser incoerentes. Já aceitaram ser avaliados e já aceitaram este modelo e agora tornou-se de repente muito difícil? Não. Correndo o risco de parecer um certo personagem de TV, os professores estão é a demonstrar ser preguiçosos, não querem trabalhar.
Acima de tudo devem honrar o estatuto de professor e fazer o que lhes compete ensinar com qualidade tal como compete aos pais educar com qualidade.
Foi esta a profissão que escolheram e é bom que a façam não para passar o tempo e receber o ordenado mas sim porque gostam do que fazem, se assim não é há por ai muito hipermercado e contact center a necessitar de empregados e acima de tudo abrem mais vagas para aqueles que sabem o que querem e aceitam ser avaliados e, talvez os 1400 professores avaliados como Bons/Muito bons multipliquem.
E é esta multiplicação que se quer ver, ou pelo menos eu quero ver, porque não aceito que um filho meu não seja convenientemente ensinado , que não tenha bases ou mesmo seja passado por favor, como tantos são porque o professor não quer ter trabalho com ele no ano seguinte.
Para isso também os pais tem, de contribuir, pois começa em casa a preparação para a estabilidade na sala de aula. Na função dos pais inclui-se o estimulo pelo respeito á entidade do professor, bem como o mínimo de educação ( como por exemplo na utilização de telemóveis na sala de aula).
Todos neste momento, deveríamos esquecer antigas quezílias ou pseudo-traumas de infância e apostar naquilo que verdadeiramente importa – a Educação das futuras Gerações.
Deixo ainda no ar varias perguntas:
1) Se todos nós , todos os dias nos superamos e aprendemos algo novo, em vários campos da nossa vida, será assim tão complicado adaptarmos-nos as novas tecnologias?
2) Somos assim tão egoístas que não queremos dar uma 2ª oportunidade a quem não teve uma 1ª e agora pretende evoluir ( ao contrario dos professores) e aqui estou a referir-me a alunos das novas oportunidades?
3) Vamos lutar pelos professores ou pela qualidade e futuro dos nosso descendentes?
4) Em época de crise vamos lutar pelo bem futuro dos nossos descendentes, ou deixar andar e eles que se eduquem sozinhos com os “ bons” exemplos que são os computadores, consolas, séries de TV e os amigos?
Eu digo que é verdadeiramente lamentável, sejam qual forem as ideologias, as cores politicas ou as nossa opiniões pessoais instigar ou provocar uma agressão nunca é a melhor solução.
“Ah porque foram os alunos” dizem uns…sim e quem os instigou? Quem não os controlou? Quem manipula as suas opiniões? Já ouve alturas em que ouve revoltas de alunos á porta do ministério da educação mas não se assistiu a tamanha baixaria como a da passada 3ª feira.
Eu digo e afirmo, não tenho pena nenhuma dos professores. Ainda ontem assisti a comentários de um senhor que se diz presidente de uma qualquer organização de professores que dizia ser muito difícil ( por exemplo) para um professor de interior ver –se forçado a aprender a trabalhar com o Magalhães. Forçado??? Como forçado?? Todos os meus educadores sempre me disseram que esta função de professor nunca terminava, era feita de muita pesquisa, cursos e conferencias de actualização era algo que nunca estava concluído, mas dai advinha o prazer de se ser professor e moldar as jovens mentes que por eles passavam.
Onde estão agora esses educadores? Esses fantásticos professores que moldaram as gerações até hoje; pelos quais havia respeito e orgulho?
Certamente não estão nestas manifestações?
Até porque estariam a ser incoerentes. Já aceitaram ser avaliados e já aceitaram este modelo e agora tornou-se de repente muito difícil? Não. Correndo o risco de parecer um certo personagem de TV, os professores estão é a demonstrar ser preguiçosos, não querem trabalhar.
Acima de tudo devem honrar o estatuto de professor e fazer o que lhes compete ensinar com qualidade tal como compete aos pais educar com qualidade.
Foi esta a profissão que escolheram e é bom que a façam não para passar o tempo e receber o ordenado mas sim porque gostam do que fazem, se assim não é há por ai muito hipermercado e contact center a necessitar de empregados e acima de tudo abrem mais vagas para aqueles que sabem o que querem e aceitam ser avaliados e, talvez os 1400 professores avaliados como Bons/Muito bons multipliquem.
E é esta multiplicação que se quer ver, ou pelo menos eu quero ver, porque não aceito que um filho meu não seja convenientemente ensinado , que não tenha bases ou mesmo seja passado por favor, como tantos são porque o professor não quer ter trabalho com ele no ano seguinte.
Para isso também os pais tem, de contribuir, pois começa em casa a preparação para a estabilidade na sala de aula. Na função dos pais inclui-se o estimulo pelo respeito á entidade do professor, bem como o mínimo de educação ( como por exemplo na utilização de telemóveis na sala de aula).
Todos neste momento, deveríamos esquecer antigas quezílias ou pseudo-traumas de infância e apostar naquilo que verdadeiramente importa – a Educação das futuras Gerações.
Deixo ainda no ar varias perguntas:
1) Se todos nós , todos os dias nos superamos e aprendemos algo novo, em vários campos da nossa vida, será assim tão complicado adaptarmos-nos as novas tecnologias?
2) Somos assim tão egoístas que não queremos dar uma 2ª oportunidade a quem não teve uma 1ª e agora pretende evoluir ( ao contrario dos professores) e aqui estou a referir-me a alunos das novas oportunidades?
3) Vamos lutar pelos professores ou pela qualidade e futuro dos nosso descendentes?
4) Em época de crise vamos lutar pelo bem futuro dos nossos descendentes, ou deixar andar e eles que se eduquem sozinhos com os “ bons” exemplos que são os computadores, consolas, séries de TV e os amigos?
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