Com a chegada de Setembro e do Outono chega também o regresso ás aulas. Ansiosas ( ou não) as crianças e adolescentes voltam á escola, contam as proezas das férias e renovam conhecimentos e amizades.É o regresso á educação ou será á estupidificação?
Na televisão passam anúncios destinados aos jovens no seu regresso ás aulas que são absurdamente estúpidos. Todos sabemos que a publicidade visa chamar á atenção do seu público alvo, mas neste caso estão a falhar redondamente. Os protagonistas destes anúncios não correspondem á nossa realidade social. São criaturas que caíram ali de pára quedas, com roupas e penteados que apenas a minoria usa, com linguagem que tenta assemelhar-se a uma linguagem jovem, mas que é totalmente inadequada.
Das duas, uma ou os anúncios visam apenas essa minoria de crianças designadas pelos restantes como “betinhas” e que vivem confortavelmente em casa dos papás e não precisam de mover uma palha para obterem tudo o que querem, como por exemplo os PC portáteis do programa e.escola ( espero que não seja esta a opção pois é claramente uma demonstração de discriminação) ou devem realmente contratar outra empresa de publicidade porque esta falhou.
Existe ainda uma terceira opção....o publicista também trabalha para a TVI e decidiu colocar os “Morangos com açúcar” no anuncio, o que também não é uma boa opção visto estes já não atingirem os objectivos das primeiras séries. Pelo contrário, a cada série que passa os hobbies, escolas, roupas e personagens se afastam mais da realidade do nosso pais...só a história não muda, mas parece que ainda ninguém percebeu essa parte.
Este é o momento ideal para uma tomada de atitude por parte dos pais. Esquecer essas novas teorias de que ralhar, dar umas palmadas ou contrariar as crianças é traumatizante. Olhem para vocês mesmos...Estão traumatizados? Não?! Mas levaram uma ou outra vez uma palmada ou um ralhete, certo? Pois... I rest my case.
Não queremos, ou pelo menos eu não quero viver numa sociedade rodeada de crianças pedantes, que mandam nos pais e fazem tudo o que querem sem olhar a meios. Não quero viver numa sociedade de cabeças ocas, que não pensam por si e imitam ídolos faciosos. E muito menos quero viver numa civilização onde as crianças já nem sabem escrever á mão porque todos tem PC portáteis e levam os mesmos para as escolas para tirar apontamentos.
Chega o momento de se colocar um travão,não á evolução ou ao contacto das crianças com a inovação mas sim ao tipo de educação que damos e ao tipo de pessoas que queremos criar. Não vamos criar uma geração desprovida de valores e inspirada apenas em ídolos fictícios que não existem senão na imaginação de argumentistas de TV que certamente nem filhos têm.
Das duas, uma ou os anúncios visam apenas essa minoria de crianças designadas pelos restantes como “betinhas” e que vivem confortavelmente em casa dos papás e não precisam de mover uma palha para obterem tudo o que querem, como por exemplo os PC portáteis do programa e.escola ( espero que não seja esta a opção pois é claramente uma demonstração de discriminação) ou devem realmente contratar outra empresa de publicidade porque esta falhou.
Existe ainda uma terceira opção....o publicista também trabalha para a TVI e decidiu colocar os “Morangos com açúcar” no anuncio, o que também não é uma boa opção visto estes já não atingirem os objectivos das primeiras séries. Pelo contrário, a cada série que passa os hobbies, escolas, roupas e personagens se afastam mais da realidade do nosso pais...só a história não muda, mas parece que ainda ninguém percebeu essa parte.
Este é o momento ideal para uma tomada de atitude por parte dos pais. Esquecer essas novas teorias de que ralhar, dar umas palmadas ou contrariar as crianças é traumatizante. Olhem para vocês mesmos...Estão traumatizados? Não?! Mas levaram uma ou outra vez uma palmada ou um ralhete, certo? Pois... I rest my case.
Não queremos, ou pelo menos eu não quero viver numa sociedade rodeada de crianças pedantes, que mandam nos pais e fazem tudo o que querem sem olhar a meios. Não quero viver numa sociedade de cabeças ocas, que não pensam por si e imitam ídolos faciosos. E muito menos quero viver numa civilização onde as crianças já nem sabem escrever á mão porque todos tem PC portáteis e levam os mesmos para as escolas para tirar apontamentos.
Chega o momento de se colocar um travão,não á evolução ou ao contacto das crianças com a inovação mas sim ao tipo de educação que damos e ao tipo de pessoas que queremos criar. Não vamos criar uma geração desprovida de valores e inspirada apenas em ídolos fictícios que não existem senão na imaginação de argumentistas de TV que certamente nem filhos têm.
Vamos investir na Educação e não na Estupidificação da futura geração.
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